sábado, 2 de abril de 2011

Aquecimento Global

De uns  anos pra cá, eu tenho percebido que o povo tá falando bem menos de aquecimento global. Eu acho que isso é porque, tipo, tem coisas mais importantes acontecendo: big brother, copa do mundo, olimpíadas, invasão na favela, tropa de elite 2... Tudo isso.
 Mas eu ainda acho que, em algum lugar do mundo (no mínimo do Brasil), tem uma associação de ninjas mutantes, que criam notícias que desviam o pensamento das pessoas do aquecimento global, porque eles mesmos não conseguem resolver isso. 
 Ainda criam coisas tipo Eco Bag, que são caras, ruins, feias, e ainda dizem que se as pessoas usarem, vão ajudar muito em alguma coisa. 
 Eu sou o tipo de pessoa que não tá nem aí pro Aquecimento, porque de certa forma, eu amo ser morena. E os cientistas ficam o tempo todo misturando químicas, fazendo contas e perdendo tempo, só pra criarem uma bolsa que eu nunca vejo ninguém usando. Que vacilo, né? 
 No fundo eu acho que os políticos são que nem os cientistas: quando tem  algum acontecimento, sei lá, um terremoto da vida, eles começam a roubar, e ninguém percebe. 
 O pior é que eu nem tenho ar condicionado aqui em casa, então é melhor que os cientistas desenvolvam logo isso aí, a não ser que eles morem bem perto de um hospital, porque, eu tô começando a ver uns filmes de zumbi e tô começando a desenvolver umas técnicas de matar zumbis, que serve com ninjas, zumbis, palhaços e cientistas. 
 O maior problema é que eu tive que estudar isso na escola, perdendo meu tempo, e agora nem se fala mais. Devo ter prestado atenção por uns 15 minutos de aula, pra NADA. Cara, eles são muito vacilões. 
 Sabe o pior: tem cientista trabalhando pra fazer um Shampoo, sendo que tem coisa muito mais importante acontecendo. Quem quer saber o que é queratina quando a gente pode, um dia, ter robôs pra dobrarem nossas meias e fazer costelas? Quer dizer, dobrar meias é um saco. 
 E ainda tem cientistas criando canetas pro James Bond, que é mais importante que shampoo, mas ainda é meio banal. E o Dexter? Eu lembro do desenho dele, a Didi sempre falava "o que isso faz" e ele "não Didi, nã..." e ela apertava o grande botão vermelho. Tipo, qualquer criança de três anos sabe que apertar o botão vermelho pode significar o fim da sua vida. 
 E tem os cientistas importantes, que trabalham na Apple, na HP, na Windows, que fazem minha vida andar e também me fazem feliz. Esses podem morar a quilômetros do hospital. 

Um comentário:

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