sábado, 26 de fevereiro de 2011

Aulas, Filme do Just[â]n (NOSSAAAAAAAAA)

Quem foi o infeliz que inventou a escola?
Ok, ok, vamos tentar ser positivos. Na escola você... ham, há sim: faz amigos... e... bem, você sabe né? Amigos... 
Vou deixar essa positividade de fora: é uma bosta. A vida inteira eu frequento aquele troço, respeito os professores, tudo porque eles cismaram que aquilo é importante. Eu prefiro pular num vulcão em erupção a ir pra escola; 
 Claro, lá é o lugar que você mas faz amigos, mas também saem muitos inimigos de lá. E idiotas. E chatos. E retardados mentais. E pessoas com cérebro de ancestral de ameba. E tudo isso. E mais um pouco. 
 Talvez eu esteja exagerando, mas é por causa do cativeiro (escola) que eu não posso postar todo o dia. Acontece muita coisa interessante quando estamos na escola, e não seria mil vezes mais legal ver isso ao vivo, em vez de ficar vendo Jornal Nacional? Ok, talvez não, mas seria muito mais legal nascer em 1800 e não ter direitos. Eu seria uma burra mesmo, morreria aos 30 e não presenciaria rugas. Não me parece tão ruim... 
 O fato é acordar. Estudar de tarde é óótimo, porque você não acorda as cinco e quarenta. Ok, tem dias que dá seis e vinte e eu tô nos sonhos, mas geralmente é cinco mesmo. O quinto ano é a ilusão, porque você acha que o sexto será assim, só que não é, aí você acha que o sétimo é melhor, e você tem razão, você deixa de ser o pirralhão do recreio, melhora um pouco, mas no fim você ainda sabe que é escola, nunca será bom o bastante. 
E as férias, que são minúsculas, que mau começam já estão no  fim? E a prova final? Você estuda, estuda, estuda pra tirar uns 5? Deus me livre, sério! Urgh, e sempre ter o peso de ficar na pior turma DAS PIORES. Ok, já dei um post até que grande, então vamos mudar o assunto... 
 Filmes... do Just[â]n. Não, nunca fui (nem serei) fã dele. É que as pessoas só falam disso, e ontem foi a estréia. Deu vontade de tapar os ouvidos, desligar a TV e sumir do mapa. O tempo todo tinha coisa na TV:
Emocionante! Muito Bom! Lindo! 
Sendo que algumas pessoas (EU) queriam MUITO ver o programa delas, em vez de ficar vendo blábláblá Just[â]n, "disseram que ele nunca conseguiria" e tal. Meeeeu Deusss, se ele tem um filme, acho que o Tiririca também devia ter. Lutou pra caramba pra aprender a ler, se elegeu, enquanto o Just[â]n simplismente ficou famoso pela voz de garotinha. E quando a voz engrossar? Eu vou rir muito... O que era baby, baby, baby tá virando baby, baby, baby... Captaram a mensagem? Hoho Just[â]n, aproveite sua (temporária) fama. Hahaha!
 Pago pra ver o baby, baby, baby! Ui!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Poemas

Tudo pode ser legal, menos poemas.
 A primeira coisa que eu percebi quando entrei na sala hoje (08/02/11) foi o calor. Caraca, vocês não tem idéia. Parecia um forno. E nós eramos o bacon no forno. Bacon grátis, claro. Então a professora de português falou que aquele calor não dava; foi na cordenação com a desculpa que tinhamos que fazer poemas na biblioteca (ela tava com ar). Fomos. E todo o mundo começou a escrever, menos eu. Ué, escrever O QUE? Santo cristo, me baixou um mau humor naquela hora, e eu comecei a escrever que eu queria dormir e fugir. E queria empadão de batata!
O que eu quero fazer

Quero dormir
Vou fugir
Dessa escola chata
comer empadão de batata
Carne moída
Ferrou minha vida
Arroz e feijão
Com empadão
Que será comido todo
pelo meu irmão

 Foi exatamente isso que eu fiz durante uns 55 minutos. Depois cansei e fui desenhar; 
Qual é, poemas?!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Aniversário do meu Pai

Uma palavra: Péssimo.
Tipo, não quero ser negativa nem nada, mas... 
Ok, vou começar. Meu pai deu a festa dele num restaurante que tem música tipo mpb e sambas, (aqueles velhos) e etc. Era sexta a noite. Em vez de ficar em casa ou com uma amiga, eu topei ir. Afinal, o que eu ia dizer? "Ah pai, eu não vou mesmo, prefiro uma amiga a ir com você. Um milhão de vezes!" É, não ia rolar. Ok, pus um vestido, uma sapatilha, e fui. Com ele, claro. 
Hum, pra começar tava bem legal. Eu comi, meu irmão comeu, todo o mundo comeu. Até que chegaram uns caras. Aí deu vontade de vomitar. Ok, nem tanto assim, mas que eles pareciam muito com zumbis que cantam pareciam. Tá, eles até que cantavam alguma coisa. Até que... ai, que mico! Uma velha (da nossa mesa) se levantou e começou a dançar. Aí sim, dá pra dizer, sem exagero, que deu vontade de vomitar. E rir. Ué, eu sou humana, o que eu ia fazer? Uma velha rebolando aquela... coisa caída, se achando O MÁXIMO DOS MÁXIMOS, mesmo vontade de rir; eu ri. Até que, quando me dei conta, quase toda a mesa tava dançando. E eles tavam se achando os bons. Ok, eu apenas... Bem, eu fiquei sentada, tomando minha coca cola sem falar nada. Só rir da velha e ficar séria, porque juntando toda a situação, era sexta a noite e eu tava com os amigos do meu pai, pior, assistindo eles dançarem. Quando eu tinha certeza  absoluta e tava quase jurando pela minha mãe mortinha, a banda parou. E chegou ela. A velha. Firinfinfelha. Feia. Ruiva. Vestindo roupas 100% poliéster. Azul e dourado. Morena. Bem morena. E ela era "convidada". Cantava lá. E ela cantou. E mau. Ok, se meu pai achou mau, eu tenho razão. Ela cantava com o microfone quase dentro da boca. Melhor, ela gritava com o microfone quase dentro da boca. E era o grito mais alto que eu já ouvi na vida. Quando ela dava um intervalo, eu passava a mão no ouvido, pra ver se tava sangrando. Ah, detalhe: ela usava uns brincos de argola tão grandes que parecia mais um balanço de pneu. 
Até que ela se foi. E eu me perguntei se tinha morrido. Talvez eu esteja exagerando. Um pouquinho.Mas sério, ela não sabia cantar.